quarta-feira, 20 de março de 2013

Confirmação

Confirmação, na Igreja Luterana, de Renato Seidel.

Confirmação de Edla Seidel.

Confirmação de Edson Seidel.

Confirmação de Horst Seidel.

Em Marcílio

Final de tarde.
No amanhecer.
Ciclovia na rua Vendelin Metzger.

Domingo nublado.
Cavaleiros, na rua Carlos Grooth, sábado à tarde.

 
Entardecer na ponte que liga São Cristóvão a Marcílio.

sexta-feira, 15 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

Emílio Seidel, fazendo parte da nossa história

       Emílio Bernardo Seidel veio de Caçador para Marcílio Dias em 1953,  com sua esposa Liderty e dois filhos. Seu Emílio sempre contava sobre um fato que aconteceu durante a mudança. Enquanto moravam em Caçador, dona Liderty cuidou de uma pomba que encontrou machucada. Quando estavam vindo pra cá, lá pela metade da viagem, perceberam que a pomba estava seguindo o caminhão. Quando já estavam próximos de Canoinhas, a pomba foi morta por um gavião. Chegando aqui em Marcílio foram morar na casa do João Barbeiro (hoje a casa de escamas que pertence a Marcelo Pazda). O trabalho que conseguiu foi o de fazer valetas na Firma Wiegando Olsen.  No início, seu Emílio andava armado com facão e revólver, pois onde morava anteriormente era comum as pessoas andarem assim. Aos poucos, foi vendo que os moradores eram todos gente de bem e, então ele prometeu a si mesmo, que nunca mais usaria arma alguma. Algum tempo depois passou a morar em outra casa que a Firma WOSA fez para ele. Muitos trabalhadores moravam em casa pertencentes a empresa (hoje ainda tem algumas dessas casas que foram adquiridas pelos ex-funcionários). Com dona Liderty teve três filhos e, em 1955 ficou viúvo. Conta uma de suas filhas, a Maninha, que no começo as crianças sofreram muito nas mãos de uma mulher que cuidava deles. Mas, felizmente ele conheceu e se casou com dona Herta que cuidou bem de seus filhos e com ela teve mais oito (Iarys, Erich Osmar, Erlita, Horst, Edson, Emílio Renato, Harold, Érica , Elza). Naquele tempo, onde hoje fica o salão Wiegando Olsen, funcionava as instalações de tiro ao pombo, depois ao prato. Seu Emilio trabalhava lá, soltando os pombos para os atiradores. Com esses pombos ajudou a alimentar sua família.  Marcos Olsen sempre vencia os campeonados. Em 1983 a casa em que a família morava foi atingida pela enchente ficando só o telhado de fora. Na enchente de 1992 a água alcançou um metro e oitenta na casa. Depois, a família mudou de residência, passando a morar perto da igreja São Bernardo. Seu Emílio trabalhou na Firma Wiegando Olsen até se aposentar. Faleceu em 1987. Hoje Marcílio Dias tem uma rua que leva seu nome.
Casamento de Emílio e Liderty, 1947.

Emílio e Liderty.

Emilio e o cão perdigueiro do Wiegando Olsen em 1964.
A primeira jovem da esquerda é Herta a segunda esposa
de Emilio.
Emilio e Herta com Horst (Pingo), Edson e Edla.

Culto infantil com Ursula Finta, anos 50.

Gustavo Reese, Emilio Seidel, Emilio Zabotka e...

Vanessa e Adriana em frente a casa de João Aguiar.

Casas dos funcionários do Olsen, Maria Machado e Negão, na enchente de 1983.

Salão W. Olsen, a tora de imbuia e a enchente quando estava baixando.

Família fazendo a limpeza depois da enchente. A filha de seu Emilio, a Erlita, conhecida
como Maninha, conta que depois da enchente eles esgotaram o poço e o lavaram com escova.

Casa onde morava seu Emílio.

Dona Herta e a geada de1991 em frente ao salão Wiegando Olsen.

Alfredo transportando livros com sua carroça, na enchente de 1983.




 
 
Rua Emílio Seidel. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Professores do Colégio Agrícola Vidal Ramos, 1974

Foto publicada por Elza Scaranto no facebook Canoinhas-Anos 70.
 Alguns nomes segundo Fernando Tokarski: esquerda para a direita noto como segundo Reni Scaranto. Na mesma ordem, ao seu lado Fabiano Oleskowicz e depois, meio encoberto, Nivaldo Bras. Depois dele a terceira mulher é Terezinha Seleme e ao centro, com roupas claras, Aline Scholze. Com os braços cruzados e de paletó, o diretor Paulo Eduardo Rocha Faria, antecedido por sua mulher, dona Eliete. O antepenúltimo na imagem é Hercílio Müller e o primeiro à esquerda é João Rosa Müller.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Reunião do Conseg Norte com autoridades

Em pé Major da Polícia Ambiental Fábio Henrique Machado e
 Cabo Ronaldo Baukat.
A reunião contou com a presença da imprensa, repórter Joselito Biluka e o
jornalista Edinei Wassoaski.

Capitão Sasinski presente na reunião.

Engenheiro Florestal Marcelo dos Santos, Ivo Dolinski Gerente Regional da FATMA
(Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina), Major Fábio Henrique
 Machado e Rolf Baukat Presidente do Conseg.


 

Problemas ambientais em Marcílio Dias são temas de audiência pública

     Na última sexta feira, dia 08 de março do presente, ocorreu uma audiência pública nas dependências  da Polícia Militar Ambiental de Canoinhas, onde participou a diretoria do Conseg Norte através de seu presidente Rolf Baukat e demais membros, Capitão Silvano Sasinski, comandante da segunda companhia de Polícia Militar, Major Fábio Henrique Machado, comandante da  Polícia Militar Ambiental de Canoinhas, Senhor Ivo Dolinski, gerente regional da FATMA, senhora Mariane Murakami, bióloga e senhor Marcelo dos Santos, engenheiro florestal, ambos funcionários da FATMA, membros da imprensa escrita e falada, além de pessoas da comunidade do Distrito de Marcílio Dias. O objetivo principal da audiência foi discutir a respeito de ofícios enviados pelo Conseg Norte endereçados ao Ministério Público, Polícia Militar Ambiental e escritório da FATMA, ofício esse precedido por um extenso abaixo assinado, onde moradores cobram solução a respeito de dejetos suínos que estão sendo depositados a poucos metros de áreas residenciais, escolas e creches, o que vem causando mal estar nas pessoas, em especial aos estudantes que chegam a passar mal devido ao mau cheiro, pois um dos ambientes despejados, fica a cerca de 50 metros da Escola Básica Manoel da Silva Quadros, tendo havido casos de crianças passando mal devido ao cheiro forte desses dejetos. Ao final da reunião, ficou decidido e acordado entre o comandante da Polícia Militar Ambiental e o gerente da FATMA, que já na segunda -feira próxima as duas entidades realizarão uma operação de fiscalização, e propor aos responsáveis para que cessem-se os depósitos dos dejetos próximos a zonas residenciais. Além desse fato, foi ainda discutido a respeito de um terreno em Marcílio Dias, onde foi realizado um corte no morro de forma desordenada  pelo seu usuário, o que está causando apreensão nos moradores, pois além de causar um desequilíbrio ambiental, ainda oferece risco de desabamento e até soterramento das residências e da creche que fica em seu redor. Sobre esse fato, o senhor Marcelo Santos, engenheiro florestal da FATMA informou que já tinha ciência e já estava tomando as providências cabíveis. Ao final da audiência, todos os participantes demonstraram-se satisfeitos com os encaminhamentos dados, e uma próxima reunião ficou marcada para avaliar os resultados  práticos das ações efetuadas durante a semana.
Texto do Cabo Ronaldo Baukat.