sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Canoinhas terá 1ª Beer Fest na estação de Marcílio Dias em outubro

Evento terá atrações musiciais e pratos típicos da culinária alemã

 Canoinhas realizará a 1ª Beer Fest nos dias 7 e 8 de outubro. O evento acontecerá no Complexo Turístico e Cultural de Marcílio Dias e contará com atrações musicais e almoço típico da culinária alemã. No sábado, 7, as atrações musicais serão o músico Dailson Melo a partir das 18h e o DJ Maycon Candeo a partir das 22h. Já no domingo, 8, a atração será a banda Pistons de Ouro a partir das 14h e Daniel Giry’s com participação de Tony do Teclado a partir das 18h. 
 No primeiro dia haverá o festival da cuca alemã com lanche especial e no segundo dia um almoço típico com diversos pratos da culinária alemã, como joelho de porco, risoto de linguiça e saladas variadas. 
 O valor referente ao almoço é de R$ 50 e ingressos podem ser reservados anteriormente pelo (47) 9 8838-6490. Crianças de até sete anos, acompanhadas dos pais, não pagam ingresso. Crianças entre sete e 12 anos pagam metade do valor; R$ 25.


Informações do Portal JMais.

Lembranças da família de Ildefonso Finta

   "Ildefonso Finta era natural de Jaraguá do Sul/SC e com 15 anos foi morar em Marcílio Dias, onde conheceu e sua esposa Elvira Piermann Finta, natural de Marcílio Dias, Canoinhas/SC

 Quando casaram começaram a trabalhar no comércio em Marcílio Dias. O forte do comércio era a cachaça Soberana e Rainha. Lembro bem, do caminhão carregado chegando na minha casa com as cachaças que vinham em barris de Jaraguá do Sul. Meu pai engarrafava a cachaça e vendia na região. Cachaça da boa....

Elvira e Ildefonso tiveram 8 filhos: Ernani, Cláudio, Clércio, Claudete, Ildefonso, Edilberto, Enildo e Eneida. Os 8 irmãos, sempre que possível se reúnem para manter o laços familiares. Neste fim de semana estivemos reunidos para comemorar o aniversário de Ildefonso Finta Filho.

Com a ajuda da Fátima Santos, o Evandro filho do Coringa, autorizou para fotografar a propaganda da cachaça que o pai vendia  que ainda se encontra no salão Metzger e de minha sobrinha Mariana, para editar a foto, os  irmãos foram presenteados por mim, com o quadro abaixo. Fica hoje a recordação dos tempos de quando vivíamos em Marcílio Dias."

 Escrito pela professora Claudete Finta que reside em Jaraguá do Sul






Museu Orty Magalhães Machado na estação

     Imagens do Museu Orty Magalhães Machado, agora na estação de Marcílio Dias.









Alunos da EEF Sagrado Coração de Jesus visitam a estação

     Os alunos dos 5° anos Matutino e Vespertino, da EEF Sagrado Coração de Jesus, tiveram um dia de muita aprendizagem e interação! Visitaram o Complexo Turístico e Cultural da Estação Ferroviária de Marcilio Dias, na quinta-feira, 21. As turmas visitaram o Museu Orty Magalhães Machado, a Exposição de vestidos e cartazes da Fesmate, tiveram interação na Mundoteca e palestra sobre a história da Estação e de Canoinhas ministrada pelo Diretor James Brey!











terça-feira, 19 de setembro de 2023

Museu histórico é reinaugurado na estação de Marcílio Dias

    O museu histórico Orty de Magalhães Machado agora está na Estação Ferroviária de Marcílio Dias. A reinauguração foi realizada no sábado, 16. 
 Resgatar o passado, contar histórias, ver fotos e lembrar quem são os ilustres canoinhenses que contribuíram com nosso município. É assim que se sente quem visita o Museu Orty Machado.
 O ato realizado no sábado teve apresentações da Banda Municipal Musical Novos Talentos, Associação Catarinense de Deficientes (ACD) e de professores da Casa da Cultura de Canoinhas. O museu, cujo acervo é de 500 peças, vai funcionar de segunda a sexta, das 9h às 16h. 
Durante esta semana a estação também var receber a exposição de vestidos das ex-rainhas da Fesmate. Participou também da reinauguração a prefeita Juliana Maciel, vice-prefeito Marcos Homer, a gestora da Fundação Cultural, Viviane Guedes e James Brey presidente da Fundação Cultural Helmy Wendt Mayer.
Acervo é de 500 peças e vai funcionar de segunda a sexta.








Realeza da 24ª Festa Estadual da Erva-mate:
rainha Caroline Aparecida Ferreira, Luciana
Nunes  primeira princesa e Tatiana Aparecida 
de Oliveira  segunda princesa. 






Outras fotos e vídeos no Facebook

Sessão Solene da Academia de Letras do Brasil - Canoinhas

    A cerimônia de premiação do 4º Concurso Literário Estudantil promovido pela Academia de Letras do Brasil – Canoinhas aconteceu na tarde de sábado, 9, no centro de eventos Adão Tadra Laatsch, parte do Complexo Turístico e Cultural em Marcílio Dias. O propósito foi de incentivar a prática da escrita e leitura e de promover a criação literária no meio estudantil da rede de ensino dos municípios de Canoinhas, Três Barras, Major Vieira, Bela Vista do Toldo e Papanduva, matriculados no Ensino Fundamental e Médio. Neste ano, o concurso teve como tema “O que me inspira”.
Ao todo foram 24 premiados e 19 escolas de Canoinhas e região.
Portal JMais










Outras fotos no Facebook




segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Homenagem aos estudantes participantes do concurso literário da Academia de Letras do Brasil - Canoinhas

       Uma homenagem aos estudantes participantes do concurso literário da Academia de Letras do Brasil – Canoinhas

 Inspira-me nesta manhã ensolarada uma colcha de retalhos em poesia e prosa tecida. Inspiram-me poemas, contos e crônicas entrelaçados entre sorrisos, penas e papéis. Inspiram-me palavras mescladas, palavras a sintetizar o encanto encontrado em centenas de páginas de livros devorados com avidez. Porque só quem muito lê tem na memória a base estrutural para bem escrever. 
 Foi o que senti ao ler uma quase centena de textos literários dos estudantes das escolas de nossa região que participaram do 4º Concurso Literário Estudantil promovido pela Academia de Letras do Brasil – Canoinhas. 
 Em êxtase encontro-me desde o momento em que vi a apreensão em meio a sorrisos de felicidades daqueles adolescentes que abracei na Sessão Solene de Premiação por nossa academia de letras realizada. 
 Os textos e as poesias de todos os participantes são de excelente qualidade. O que demonstra o empenho de quem os conduz. Suas mães, seus pais, seus professores e outras pessoas mais que incutem nos seus o carinho e o amor pelas letras. 
 Convencionou-se premiar sempre os três primeiros colocados em cada categoria. Foram décimos em uma pontuação de zero a dez a fazer o estreito limite. 
 Inspiram-me neste texto de hoje muitos poemas que li e degustei desde meados do mês de julho quando, às pencas, começaram a chagar aos arquivos de nossa Academia de Letras. 
 “O que eu quero para a minha vida! 
 Como meu pai quero ser trabalhador. 
 Como minha mãe quero ser acolhedor…” 
Assim poetizou Cauã Ferreira de Souza. 
 “O que me inspira é poder levantar todos os dias e respirar encher os pulmões de ar e renovar…”. 
Palavras da poesia de Bruno Antonovicz Ferreira. 
 “O que me inspira é viver constantemente com quem eu amo de verdade”. 
Assim Alexia Francieli Waltrim traduziu suas emoções. 
 “Em uma pequena cidade chamada Esperança havia uma linda floresta…” 
 Do conto de Rafaeli da Silveira Reinert. 
 “Era uma vez uma menina. Ela era muito admirada por todos por sua beleza”. 
Primeiras palavras do conto de Gabrielly Wieczorkievicz Cavalheiro. 
 “Era uma vez uma linda moça chamada Alícia. Ela adorava estudar e sonhava com o grande amor de sua vida”. 
Do conto “Alícia e o amor verdadeiro”, de Evelyn Juliana Borges Moreira, [“Morar aqui inspira-me a nunca desistir” Assim dizia minha humilde bisavó Belarmina ao contar para a minha mãe sobre o que presenciou em nossas terras contestadas por volta do ano de 1914. ] Assim expressou-se Josieli Iarrocheski no início de seu conto. 
 “Nos versos que agora vou tecer contarei o que me inspira a viver um tempo repleto de encantamento a chama que aquece meu pensamento.” Primeiros versos da poesia “Tudo O Que Me Encanta” de Maria Beatriz G. Sardá. 
 “Hoje eu conheci o sol da manhã após uma breve troca de olhares As bordas do seu sorriso Alaranjaram, iluminaram Os cantos escuros do meu quarto”, do poema “Paixão Alaranjada” de Sandrine H. G. Martins. 
 “O Que Pode Me Inspirar? Como é Difícil Imaginar”, Se eu parar e pensar Nem saberei como expressar”. Primeiros versos da poesia de Maria Eduarda Alves Dos Santos. 
 “Há algum tempo na paradisíaca cidade do Rio de Janeiro residia uma rica família….”. Este é o início do instigante conto “Entre telas”, de Jéssica Langer. 
 “Era uma vez uma menina chamada Sofia. Ela morava em uma casa simples, mas com um quintal incrível…”. Do conto de Bianca Iarrocheski. 
 “Assim que nascemos nos espelhamos em nossos pais, ficamos curiosos com os sons estranhos que o mundo emana ao redor…” Palavras iniciais da crônica “Raízes Inspiradoras” de Vitor Gabriel Fantim. 
 “Inspira-me lembrar de minhas travessuras de infância, de quando eu fazia uma rodinha com meus amigos…”. Assim começa a crônica de Dyenifer Neiva Tadra de Andrade. 
 “A minha inspiração sempre foi meus pais, minha irmã e meus avós. Meu pai sempre diz para tratar as pessoas bem, ser educada e respeitar os mais velhos”. Da crônica “Minha Vida”. De Mariane Santana Chudzinski. 
 “Inspiração é movimento É o éter da existência Como eflúvios viscerais É perceber que ela mora Nas coisas mais triviais”, primeiros versos da poesia “Mora Aqui Dentro” de Yasmin Sudoski. 
 “Os riachos correm E os peixes pulam Os ventos vibram E minha aparência muda. Do poema “Nossos Ciclos”, de Sophia Mokwa Nunes. 
 “Nos gestos suaves e delicados, Nas palavras de carinho no ar, A gentileza se revela e inspira, E faz meu coração se encantar”. Da poesia “A Gentileza Que me Inspira” de Ana Clara Alexandre de Andrade. 
 “Era apenas mais uma madrugada de segunda tão comum quanto qualquer outra a não ser pelo fato de que eu estava acompanhado no topo de uma montanha com uma pessoa que havia conhecido há alguns dias”. Da crônica “A Aventura Do Saber”, de Lauren C. Alves Scultetus. 
 “Era mais um dia de cerração começando. A atmosfera pálida da manhã ia se preparando para ficar por tempo indeterminado. Estava tudo parado como sempre. ”. Do conto “A Jornada Pela Inspiração Perdida”, de Maria Rosa Randin e Oliveira Teles. 
 “Há muito tempo atrás, em uma pequena cidadezinha interiorana no norte de Santa Catarina viviam três grandes amigos Antônio, Pedro e João. ” Assim começa o conto “O Início Do Fim”, de Maria Eduarda Ferreira. 
 “Em uma pequena aldeia situada no coração da serra onde os habitantes viviam em harmonia com a natureza. No centro deste lugar existia uma moderna casa de madeira, lar de um misterioso estudioso”. Da crônica “A Ciência Desvendada. – Os Segredos De Um Cientista Solitário”, de Natã Forti Maximo. 
 “ — Lá vai você de novo, correndo em direção ao desconhecido. — E você ainda está aqui, apenas observando, com cutela, cada passo que eu dou. ” Trecho da crônica “Lados Opostos De Um Mesmo Eu”, de Manuela Wojciechowski Mecabô. 
 “A inspiração é relativa, pergunte a uma criança o que a inspira, talvez ela nem saiba o que significa, talvez ela responda de forma surpreendente, ou talvez ela esteja pensando no quão chato você está sendo por interromper sua brincadeira”. Da crônica “Inspire-se – A Inspiração é relativa”, de Emily Gabrielli Reia.

 Esta é a colcha de retalhos que aqueceu minhas noites nestas últimas semanas. Os poucos fios aqui tecidos demonstram a criatividade e a busca literária de alguns dos estudantes de nossa região. O abraço meu a todos. Continuem em busca da inspiração perdida pelas montanhas e serras agrestes, pelas pequenas cidades e pelo imenso espaço que a imaginação de vocês certamente criará.

Escrito pela médica e escritora Adair Dittrich, presidente da Academia de Letras do Brasil - Canoinhas