segunda-feira, 15 de abril de 2013

Céu azul

Hoje em Marcílio


Árvores que cresceram juntas, ao lado da igreja católica.



" Para vermos o azul, olhamos para o céu. A terra é azul para quem olha do céu. Azul será uma cor em si, ou uma questão de distância? Ou uma questão de grande nostalgia? O inalcançável é sempre azul."
Clarice Lispector

domingo, 14 de abril de 2013

Imagens do dia

Marcílio visto do Campo do Trigo.

CEDUP Vidal Ramos no Campo do Trigo.


Em frente ao CEDUP, bem ao fundo Marcílio.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais um entardecer

Aqueles que passaram por Marcílio, não foram sós, não nos deixaram sós. Deixaram um pouco de si,
 levaram um pouco de nós." (inspirada na frase de Antoine de Saint-Exupry).
 

Escoa Manoel da Silva Quadros.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O abacateiro da escola

             Há 26 anos atrás, aproximadamente, a Elete Finta Schlukat ganhou um saco de abacates de um pé que tinha na casa da dona Iracema Muehlbauer. Destes abacates, ela colocou o caroço de alguns deles, com palitinhos, numa vasilha com água. Quando brotaram, seu filho Vilson,  plantou um, num canto do terreno da Escola Manoel da Silva Quadros. Durante alguns anos mãe e filho protegeram o pé de abacate durante o inverno. Hoje ele continua lá, grande, bonito e produzindo muitos abacates.

Elete, seu filho Vilson e o pé de abacate.


 
 
Em cima desta antiga casa do poço da escola, nasceu um pé de abacate.
Algum aluno deve ter jogado o abacate lá em cima e o mesmo brotou.
Deve estar lá por uns 10 anos. Não consegue crescer mais do que isso.
Seu Antelmo Belloto já tentou arrancá-lo pra plantar noutro lugar, mas não
 conseguiu, porque suas raízes estão presas entre as paredes da construção.
Este pé já enfrentou geadas, secas e continua lá, firme. 



 
Pé de abacate na casa do seu Gaspar e Iracema Muehlbauer (já falecidos).
Teve os galhos lascados por um vento forte e por estar
  muito carregado de abacates.

Abacates no abacateiro da casa da dona Iracema.
 
Árvore no pátio da escola com 35 anos de idade, aproximadamente.
Pesquisa realizada em 2012, pelo acadêmico de Engenharia Florestal,
Reinaldo Ribeiro e professores da UnC, Daniela Ratuchinski e Tiago
Stepka, descobriu-se a espécie desta árvore, brachychiton. Segundo a Elete,
na época próxima do natal as folhas caem, e vem outras.
No natal a árvore esta com folhas novas, como se trocasse de roupa para
comemorar o natal, brinca Elete.
 
Nesta árvore o Vilson subia pra estudar para as provas, quando morava
 e estudava na Escola Manoel. Hoje ele é professor de Física na Escola
Almirante Barroso.
 

sábado, 6 de abril de 2013

Formatura

             Marcilienses se formam em Pedagogia em Ponta Grossa Paraná,ontem dia 5 de abril.


Marili Pereira de Matos, Soeli Steilen, Elisete Engel,
 Isabele Luana Neizer dos Santos e Jane Laatch Slugowieski.
Familiares presentes.
 

                         Discurso da Jane Laatch Slugowieski, que emocionou a plateia presente.
                            
                              Aos nossos Pais
            A vocês pais que hoje sorriem orgulhosos, ou choram emocionados, que muitas vezes na tentativa de acertar, cometeram falhas mas, que se doaram inteiros e renunciaram aos seus sonhos para que pudéssemos realizar os nossos. A vocês que compartilharam nossos ideais e os alimentaram, incentivando-nos a prosseguir na jornada, mostrando que esse caminho deveria ser seguido sem medo, independente dos obstáculos. O carinho da tua voz, a esperança do teu sorriso, o conforto de tuas lágrimas, o brilho do teu olhar nos fez tão grandes quanto seu amor por nós. Se pudéssemos fazê-los eternos...Eternos os faria. Nossa imensa gratidão, vai além dos sentimentos, pois vós cumpristes o dom Divino: o dom de serem pais e mães. Obrigado pelo sonho que realizamos neste dia em que nos transformamos profissionais e, sobretudo, pela lição de amor que ensinaram durante a nossa vida. Tomara Deus que possamos transmiti-la no exercício da profissão e ensiná-la aos nossos filhos com a mesma dignidade com a qual fizeram. Dividam conosco os méritos desta conquista, porque ela é tão vossa quanto nossa. A vocês pais ausentes, assim como meu pai. Pai...você partiu antes que o momento tão esperado chegasse...às vezes fico imaginando como seria vê-lo sentado aí, nesta plateia, olhando para mim com os olhos cheios de lágrimas e o coraçao transbordando de orgulho. Sinto saudades! Eu sei que, de uma forma ou de outra, você estatá comigo. Sentirei sua presença, linda, sorrindo e feliz, quando receber meu diploma. Sentirei sua mão carinhosa a afagar meus cabelos e, neste instante abraçálo-ei em silêncio, sorrirei para você e deixarei fluir esta emoção... Ouvirei seus aplausos pai. E terei a certeza de que, onde você estiver, estará repartindo comigo a alegria deste momento. Pois, estou realizando um sonho meu e seu, e só consegui porque tenho você dentro do meu coração. Você não está mais aqui, mas eu ainda sou uma parte sua e carrego comigo tudo de bom que me deixou. Sendo assim, a vocês pais, por natureza, por opção ou por amor, não bastaria dizer, que não temos palavras para agradecer tudo isso. Mas é o que nos acontece agora, quando procuramos arduamente uma forma verbal de exprimir uma emoção ímpar. Uma emoçao que jamais seria traduzida por palavras. Então, pensamos nas mais sensatas que são: obrigado pais...amamos vocês!