quarta-feira, 21 de março de 2012

W.O.S.A

Wiegando Olsen S/A

No ano de 1912, aqui chegaram alguns colonizadores vindos de Joinville, entre eles o Norueguês Bernardo Olsen. Foi ele que fez a demarcação e, pelo seu trabalho foi pago em terras, aqui em Marcílio Dias. Com grande conhecimento montou um armazém que, por sinal, o maior da época. Em 27/12/1924, iniciou uma pequena serraria da família Olsen. Em 17/07/1972, faleceu Wiegando Olsen, no seu lugar ficaria o seu filho Marcos José Olsen, que num crescimento constante, a empresa ampliou suas atividades nos seguintes empreendimentos:
- São Bernardo Administradora e Empreendimentos S/A
- Administradora Olsen Ltda
- Agro Florestal Olsen S/A
- Importadora Comercial Olsen S/A
- Olsen Veículos
- Cavesul Peças Diesel Ltda
- Icosa auto peças Ltda
- Madeireira IBYRA Porã S.R.L (Paraguai)
- Chen Tol
- Wiegando Olsen S/A

Em 1983, a empresa foi castigada por uma das maiores enchentes da época causando muitos danos à empresa, mas dá a volta por cima e mantém seus 700 funcionários e foi o melhor ano para suas exportações. Já em 1992, mais uma vez é castigada pelas águas causando danos e a redução de funcionários e na produção. Em 1997 por problemas burocráticos a empresa mudou a razão social de Wiegando Olsen para Pisos São Bernardo S/A. Em 2000 a empresa fez mais uma separação sendo que ficou parte para Pisos São Bernardo e a outra Brasília Pisos. As madeiras industrializadas vinham do Mato Grosso, Rondônia, Pará e Paraguai. A empresa contava aproximadamente 75 representantes e revendas que evidenciavam os produtos nas grandes cidades. A empresa manteve a tradição do artesanato aliado à tecnologia, considerando, na época, 70% de suas vendas no mercado interno, e 30% mercado no externo, onde suas melhores vendas externas foram realizadas nos EUA, Espanha e Portugal. A empresa oferecia a melhor opção em madeira natural podendo ser utilizado em obras novas ou reformas, o alto impacto visual, em espaços reduzidos ou amplos, e a compatibilidade e diversos estilos de decoração. Por certo garantia o seu sucesso no mercado. Os produtos Wiegando Olsen evidenciavam ao máximo as características naturais da espécie de madeira utilizada. A variação natural das tonalidades e a multiplicidade dos desenhos era preservada de forma a assegurar ao máximo a exclusividade visual que somente um produto natural podia oferecer.

Lema da época:

HÁ COISAS QUE O BOM GOSTO NÃO TRAZ, MANDA COLOCAR...



A madeira do teto, altar e laterais da Igreja Matriz, foram produzidas pela Wiegando Olsen.
Década de 80. Imagens do Foto Egon.
2012


segunda-feira, 19 de março de 2012

Festa da Manteiga


Fazendo manteiga. Esta festa começou em 1995 para resgatar antigos costumes, já que Marcílio
 era conhecido como Capital da Manteiga. Reunia mais de 300 pessoas e o baile da manteiga
era feito no Salão do Coringa.

Ralando repolho.

Os participantes da festa eram chamados de mantegueiros.

Anos 90.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Equipe de jornalismo da TV, do Jornal, e do jornal online, da Assembleia Legislativa de SC, estão aqui em Marcílio hoje, preparando matéria sobre os 100 anos da Guerra do Contestado.

Fernando Tokarski acompanhou a equipe de jornalistas.
Fotógrafo Solon Soares.

Professor Arnaldo e policial Baukat, conversando com a jornalista e com o fotógrafo.
Suelen Costa, Ludmilla Gadotti e Juliana Bassetti.
Secretária da Cultura , Viviane Bueno, sendo entrevistada. 
Jornalista posando para foto, no salão do Coringa.

terça-feira, 13 de março de 2012

Pelas ruas de Marcílio V

Vacas leiteiras na casa dos Ruppel.
Galo "cabeludo",  na casa de moradora na rua Miguel Barabacha.
Passarinho comendo caqui na rua Miguel Barabacha.
Cavalo e passarinho no Campo do Trigo.
Dona Engi e Margarete Sorg com os garrafões de vinho artesanal que elas produzem.
Além do vinho, produzem também, pepinos em conserva, suco de uva e geleia.
Obras da ciclovia na rua Wendelin Metzger.


Tanquinho na rua João F. Piermann.



Pé de banana na rua João F. Piermann, casa de Deolinda e Daltron P. dos Santos.

Passarinho se alimentando de flor, na rua Rodolfo Grutzmacher.

Pé de maracujá na rua Bernardo Szkudlarek.


Rua João F. Piermann.

Pitanga.
Pé de pitanga, na casa do Coringa.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Corredeira

A corredeira fica depois dessa curva, a 200 m aproximadamente.
28-3-2012

Rua Wendelin Metzger, à esquerda fica a entrada pra corredeira.

Corredeira é como os moradores chamam esta parte do  rio Canoinhas.
 O rio é mais raso próximo a margem e tem pedras.




Neste local,nos anos 70, muitos jovens costumavam brincar e nadar.




Atualmente pouca gente vai até lá pra pescar ou brincar na água.

Estas fotos foram tiradas em dias diferentes, quando o rio estava cheio e
 quando estava mais vazio.

A pedido de uma moradora de Florianópolis, fizemos questão de
postar estas fotos. Ela nasceu em Marcílio e nadou neste rio na adolescência.

21/03/2012
21-3-2012