sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Trabalho Voluntário

Dona Liza.

Dona Ilka.

Venda de cuques hoje, no Pavilhão da igreja Luterana de Marcílio.

Vários sabores.

Ruth, Siomara e Silvete.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A casa de escamas

Casa restaurada em 2009. Não sabemos quem construiu esta casa.
Os atuais proprietários acreditam que ela pode ter sido construída na década de 20.

Atuais proprietários, Marcelo e Carla Pazda.
Vista parcial de Marcílio, visto pela varanda da casa.


Ao fundo à direita é São Cristóvão.




Varanda da parte de baixo da casa.

Detalhe da casa.


João Sckudlard e sua esposa Maria, moraram nesta casa na década de 80
 com os filhos Clara, Alzira (já falecidas) e Wando. 



Escrita no porão da casa de 1928.


Imagem do dia

Homens trabalhando no conserto do calçamento na rua Bernardo Olsen. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A história de um pinheiro


     Não é opinião é a história de um pinhão.
Esse é um pinhão especial. Nascido e crescido em Marcílio Dias. Ele não foi comido, embora poderia ter sido.  Ele era o primogênito. Foi achado por dois meninos em um dia ensolarado.
Meninos que se encantavam com  espessura, com  altura, com  profundidade e,  em nada viam maldade. Como é bom conviver com eles nessa tenra idade. Tudo mágico. Tudo lindo. Tudo parecendo fácil.
Pois, no terreno de uma casa velha tinha um pinheiro. Esse pinheiro parecia estéril. Só produzia espinhos que servia pra começar fogo no fogão a lenha. Porém num belo dia, ao passarem por debaixo do pinheiro, eis que esses meninos encontraram um pinhão. Um único pinhão. Não adiantou procurar, porque mais nada foi encontrado. Então, o que fazer com um só pinhão? Comê-lo? Não, um só não valeria a pena. Então ficou decidido que seria plantado. E lá foram eles, procurar ferramentas para plantá-lo, num terreno em frente, onde logo seria construído uma casa. Plantaram o pinhão com todo carinho do mundo. Ficou ali esquecido por algum tempo. De vez em quanto os meninos iam visitá-lo e reclamavam da demora dele nascer.
Até que, num belo dia ele germinou. Que alegria. Era paparicado por todos. Pela mãe professora, pelas crianças que o plantaram, pelos amiguinhos curiosos. E ele foi crescendo. Ah, esqueci de contar...o pinheiro é Caiová, aquele que é o último a madurar. Lá pelo mês de junho ou julho..
Começou a construção da casa, bem ao lado do pinheiro e do pé de tangirina. Os meninos brincavam todos os dias nesse local, mas sempre cuidando pra não "machucar" o pinheirinho. E não vai que, num certo dia um pedreiro descuidado, quebrou o pinheirinho? Que lamento! Que choro daqueles meninos. Mas, é nessa hora que se pede socorro as mães. Com faixas, ataduras, ripinhas,  conseguimos salvar o pinheirinho.
O tempo passou, o pinheiro cresceu, os meninos foram embora de Marcílio. Daquele pinhão plantado, já foi pinhão pra Curitiba, Joinville, Chapecó e, vejam só, até pro Pará.


Mas agora ele está muito grande  e próximo demais da casa. E se der um vento  forte, uma tempestade? Se eu pudesse mudaria a casa de lugar pra ele poder continuar lá, lindo, imponente, soberbo...é, mas eu não posso... os meninos estão longe, não estão mais aqui para também defendê-lo. Temos que cortá-lo. Não sei quando, mas esta hora chegará. E, neste dia, eu vou chorar, com certeza eu vou chorar...
História narrada por Ana Koehler.




Ana, Marcos Koehler e o pinheiro.
Orquideas no pinheiro, plantadas pela professora Ana.

Foto atual do pinheiro.

 


Tito Ênio (a direita, um dos meninos que plantou o pinhão), Débora,
Toska com menino Samuel no colo. Samuel já faleceu.
O pinheiro aparece lá atrás.
Nesta foto também aparece o pinheiro.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Jabuticabeira

Nilza  e o seu irmão Edson Moreira Souza e o pé de jabuticaba.

Foto de 2008.

Foto atual. A época da jabuticaba é no mês de novembro.
Este pé produziu jabuticaba agora, mês de agosto.



Antonio, Nilza e Edson.



Esta árvore tem quase 100 anos.